Uma prainha básica de manhã, check-out ao meio dia. Tínhamos ainda a tarde livre antes de ir ao aeroporto, então contratamos os serviços de Harold, um taxista boa praça que conhecemos no dia anterio. Harold foi talvez o único que não nos nos quis se aproveitar do fato de sermos turistas.
A idéia era que ele nos levasse por um passeio pelas partes mais afastadas e menos turísticas da ilha. Enquanto dirigia, Harold fazia as vezes de guia, falando um pouco do país e mostrando um pouco do que víamos na estrada.
Fomos inicialmente à caverna Harrison's Cave. Uma caverna bem da grande, e com uma excursão muito bem montada para o turismo. Irene se divertiu. Paulo odiou e chorou horrores.

Próxima parada, uma casa-museu, que tenta mostrar como era a Barbados colônia. Basicamente, cada cômodo da casa era um repositório de coisas antigas, misturando objetos de épocas diferentes sem lá muito critério. Mas interessante.
Próximo a uma igreja, vimos uma boa panorâmica da cidade.

Sem mais, voltamos ao hotel e tomamos um último drink antes de irmos ao aeroporto e pegar nossa viagem de volta, pela madruga.

Foi ótimo. Boas lembranças guardaremos de Barbados.